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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Roteiro de Viagem - Clube do Voyage 2014
Olá pessoal.
É com orgulho que oficializo o Encontro Região Sudeste Clube do Voyage deste ano.
Os detalhes desde passeio, podem ser encontrados em nosso forum:
http://carmaniacs.com.br/forummm/index.php?showtopic=19292
Ou em nosso Grupo no Facebook:
https://www.facebook.com/events/348731525213820
Galera dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo... Chegou a hora de mais um Encontro Sudeste!
sábado, 15 de setembro de 2012
Voyage: a trajetória do sedã compacto da Volkswagen
- Mais de um milhão de unidades vendidas
- Exportado para 58 países, inclusive Estados Unidos
Com mais de um milhão de unidades
vendidas ao longo de sua história, o sedã Voyage é o derivado do Gol de
maior sucesso. Lançado em 1981, o carro foi oferecido inicialmente
unicamente com duas portas nas versões S e LS, com opção de motores
movidos a álcool ou a gasolina, ambos 1,5 litro e refrigerados a água. O
câmbio era de quatro marchas.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Voyage atinge marca de um milhão de unidades produzidas no Brasil
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O melhor carro do mundo...
Qual é o melhor carro do mundo? Você deve ter pensado em Bugatti, Rolls-Royce ou outra coisa bem refinada, mas o fato é que o melhor carro do mundo é o seu. Não acha? Veja sua reação quando alguém criticá-lo.
Isso acontece porque você criou um vínculo com seu carango, o mesmo que fez com a primeira bicicleta. Você o considera um amigo que topa qualquer coisa e vai a qualquer lugar. Você o trata com cortesia e o respeita bastante. Até cria inimizade com que não o faz.
As vezes ele é o companheiro fiel…
O “companheiro” está sempre ali, preparado para fazer um serviço cansativo, que é o de deslocamento, sem requisitar grandes esforços do transportado. Nunca reclama (portanto se não procurar entendê-lo, ele lhe deixará na mão), jamais pede peças novas e nem faz bobagens. Dá aconchego, proteção e prazer. Sua beleza chama atenção por onde passa e dá prestígio. Ele eleva o status.
…o brinquedinho de fim-de-semana…
É muito bom acordar pela manhã, antes do Sol, dar partida no motor e ouvi-lo preguiçoso. É bom acelerá-lo e sair sem destino por onde haja asfalto e solidão; o ronco e a ausência de pessoas produzem boas idéias. É bom, ainda, passar o dia inteiro fazendo revisão para no outro viajar com a família. Descobrir lugares novos, passear com amigos, se divertir em estradinhas desérticas, namorar…
…um “instrumento de libertação”…
É por isso que aquele carrinho que está lá na sua garagem é o melhor do mundo. Nenhum Bugatti ou Rolls lhe proporcionou bons momentos. E mesmo que ele seja um popular medíocre e tenha muitos defeitos, está prontinho para servi-lo (a culpa é sua se não estiver). Evidentemente, você reconhece os defeitos, mas não os conta a ninguém e nem aceita que alguém saiba. Exatamente como se faz com o time de futebol preferido.
…ou um lugar de momentos inesquecíveis.
Isso não acontece com você, que acha tudo isso uma bobagem? Então quando tiver a oportunidade de conhecer o dono de um bom Voyage (eles são os mais apaixonados), diga a ele algum defeito do carro. Se mesmo assim sua opinião não mudar, o aspecto do seu rosto irá…
Isso acontece porque você criou um vínculo com seu carango, o mesmo que fez com a primeira bicicleta. Você o considera um amigo que topa qualquer coisa e vai a qualquer lugar. Você o trata com cortesia e o respeita bastante. Até cria inimizade com que não o faz.
As vezes ele é o companheiro fiel…
O “companheiro” está sempre ali, preparado para fazer um serviço cansativo, que é o de deslocamento, sem requisitar grandes esforços do transportado. Nunca reclama (portanto se não procurar entendê-lo, ele lhe deixará na mão), jamais pede peças novas e nem faz bobagens. Dá aconchego, proteção e prazer. Sua beleza chama atenção por onde passa e dá prestígio. Ele eleva o status.
…o brinquedinho de fim-de-semana…
É muito bom acordar pela manhã, antes do Sol, dar partida no motor e ouvi-lo preguiçoso. É bom acelerá-lo e sair sem destino por onde haja asfalto e solidão; o ronco e a ausência de pessoas produzem boas idéias. É bom, ainda, passar o dia inteiro fazendo revisão para no outro viajar com a família. Descobrir lugares novos, passear com amigos, se divertir em estradinhas desérticas, namorar…
…um “instrumento de libertação”…
É por isso que aquele carrinho que está lá na sua garagem é o melhor do mundo. Nenhum Bugatti ou Rolls lhe proporcionou bons momentos. E mesmo que ele seja um popular medíocre e tenha muitos defeitos, está prontinho para servi-lo (a culpa é sua se não estiver). Evidentemente, você reconhece os defeitos, mas não os conta a ninguém e nem aceita que alguém saiba. Exatamente como se faz com o time de futebol preferido.
…ou um lugar de momentos inesquecíveis.
Isso não acontece com você, que acha tudo isso uma bobagem? Então quando tiver a oportunidade de conhecer o dono de um bom Voyage (eles são os mais apaixonados), diga a ele algum defeito do carro. Se mesmo assim sua opinião não mudar, o aspecto do seu rosto irá…
domingo, 16 de maio de 2010
HISTÓRIA - VOLKSWAGEN VOYAGE (1981-1995)

Viagem Histórica
Por Gustavo do Carmo / Fotos: Divulgação, Editora Três e Revista Quatro Rodas
O sedã da nova geração do Gol, lançado este ano, não resgatou apenas o nome Voyage. Trouxe de volta uma história que ainda deixa muitos dos seus fãs saudosos, mesmo a Volkswagen tendo relançado o nome. Afinal, o Voyage 2008 não é o mesmo Voyage do passado.
O Voyage foi lançado em 1981 como o segundo modelo da nova família de compactos BX da VW. O primeiro foi o Gol, nascido no ano anterior. A perua Parati e a picape Saveiro viriam em 1982. Como no Fiat Siena em relação ao Palio, a montadora alemã também caprichou mais no sedã. Suas luzes de direção ladeavam os faróis e o motor era o 1.5 refrigerado a água do Passat. No hatch elas ficavam no pára-choque, deixando os faróis menores, e o propulsor era o mesmo 1.3 a ar do Fusca. O Gol esperou quatro anos para receber a novidade.
Em seu ano de estréia o Voyage foi eleito o Carro do Ano da Revista Autoesporte. Até para receber essa premiação o irmão mais velho precisou esperar (ganhou em 1990).

Em 1983 o Voyage ganhou as primeiras modificações: motor MD270 1.6 a água com mais torque (também havia o 1.6 a ar), câmbio de quatro velocidades com sobremarcha econômica, o chamado 3+E, e a carroceria de quatro portas. Pena que, naqueles tempos, carros de quatro portas ainda eram vistos como táxi. Por isso o Voyage nessa configuração foi rejeitado e saiu do mercado brasileiro em três anos. Durou até bastante.Para festejar os jogos olímpicos de 1984 foi lançado o Voyage Los Angeles (em alusão à cidade-sede), que tinha rodas esportivas, discreto aerofólio, bancos anatômicos (os famosos Recaro) e pintura azul metálica bem chamativa.
Fora do mercado brasileiro o Voyage 4 portas continuou em produção porque a partir de 1987 passou a ser exportado para os Estados Unidos com o nome de Fox. Para atender as exigências do mercado norte-americano (foi vendido também no Canadá) ganhou ainda brake-light, injeção eletrônica, catalisador e cinto de segurança automático. Quem o acompanhou foi a perua Parati, lançada lá com o nome de Fox Wagon. Pelo menos duas alterações foram disponibilizadas logo para o nosso mercado: a nova frente (ligeiramente diferente, com os faróis alinhados à grade aqui e recuados lá, para mais segurança) e o novo painel. A terceira luz de freio só chegou em 1990, o catalisador em 92 e a injeção eletrônica no ano seguinte. O cinto de segurança automático nunca existiu por aqui.

No Brasil o Voyage já tinha motor 1.8 desde 1986 e a versão GLS desde o início. No final dos anos 80, junto com os seus irmãos Gol, Parati e Saveiro, recebeu o motor AE 1600 da Ford e mais uma reestilização parcial na linha 91. Pouco antes, o mercado interno já recebera de volta o modelo quatro portas no nível GL. 

Em 1992 os norte-americanos pararam de comprar o Voyage. Em 94 ele deixou de ser fabricado no Brasil para ser importado da Argentina. Lá era chamado, primeiro, de Gacel, depois de Senda. No resto da América do Sul seu nome era Amazon. Suas vendas se encerraram de vez aqui no final de 1995 com a série especial Special. O objetivo foi abrir espaço para o Polo Classic, também fabricado lá, mas que nunca fez sucesso entre nós. O Voyage foi o único da família que não acompanhou a segunda geração do Gol. Agora em 2008, para corrigir o que muitos consideram uma grande burrice, o Voyage volta para ajudar a Volkswagen a reconquistar a liderança do mercado.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
LANÇAMENTO DO NOVO VOLKSWAGEN VOYAGE
Bom pessoal, vou postar aqui uma matéria que eu deveria ter publicado a um ano atrás pelo menos... Mas fica arquivado a partir de agora a volta do novo Voyage:
Atendendo a pedidos, a Volkswagen ressuscitou o Voyage. Claro que não é o mesmo sedã que existiu entre 1981 e 1995, derivado da carroceria do Gol e que foi até exportado para os Estados Unidos (onde era chamado de Fox).
É a versão do Novo Gol com o baú do porta-malas separado da carroceria. O chamado terceiro volume. Apesar de ser o mesmo Gol dos faróis até a porta traseira, a Volkswagen garante que projetou o sedã separadamente. As provas são a caída mais suave do teto e a suspensão traseira mais reforçada. Mas o espaço interno para as pernas atrás é o mesmo por causa da distância entre-eixos de 2,46m, igual a do hatch, que tem comprimento de 3,93m, enquanto o Voyage mede 4,23m. O porta-malas tem capacidade para 480 litros e abertura elétrica pelo painel (pela chave é opcional). Mas seu tamanho poderia ser maior e a dobradiça tradicional ainda rouba espaço da carga

As lanternas são levemente diferentes do hatch, com estilo ainda mais discreto. A Volks deixou de lado a ousadia das lanternas com prolongamentos e refletores circulares como a Space Fox, o Polo Sedan, o Bora, o Passat e o Jetta Sedan. A discrição começou exatamente com a perua deste último. A tampa do Voyage ainda tem um sutil aerofólio.

Além do espaço interno, o painel também é o mesmo. Entretanto mudam as cores e os revestimentos dos bancos e das portas, mais avermelhados, pois a proposta do sedã é ser mais requintado. Outra diferença do Voyage para o Gol está nas versões de equipamento. Além da básica e da Trend, o Voyage ganhou o nível Comfortline só para ele.

O básico, mesmo 1.0, já tem refletor duplo dos faróis de série (simples no Gol). Custando a partir de R$ 30.990, ele e o 1.6 standard (de R$ 35.180) vêm com banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, pára-sóis com espelho, vidros verdes, desembaçador do vidro traseiro, apoios de cabeça traseiros, porta-malas com abertura elétrica, iluminação e revestimento integral. O aro das rodas é de 14 polegadas. O Trend (R$ 37.600), que só tem motor 1.6, inclui direção hidráulica, conta-giros e chave tipo canivete. O revestimento das portas é em tecido, substituindo o plástico das versões básicas. O Comfortline (R$ 39.430), também exclusivo do 1.6 vem com vidros e travas elétricos, antena de teto, amplificador de sinal e seis alto-falantes, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, faróis de neblina, rodas aro 15, brake light, rede porta-objetos no porta-malas, aerofólio traseiro e detalhes exclusivos de acabamento. Este é o mais atraente em custo-benefício. Porém, falta o ar condicionado que deveria ser de série, mas é opcional até para o topo de linha.
Para quebrar o galho dou o preço do Voyage com os obrigatórios equipamentos de conforto e conveniência (ar, direção, vidros e travas elétricos): o 1.0 sai por R$ 36.435 e o 1.6 custa R$ 42.905.

Outros opcionais são os airbags para motorista e passageiro, freios ABS, CD Player com MP3, Bluetooth e entradas auxiliares e o I-System, o vistoso computador de bordo equivalente ao My Car da Fiat. Navegador GPS, sensor de estacionamento, bancos em couro, roda de 15" de desenho próprio, outros equipamentos de áudio e alarme são acessórios vendidos nas concessionárias.
Os motores também são os mesmos do campeão nacional de vendas. O 1.0 de 72 e 76 cavalos e o 1.6 de 101 e 104 cavalos. Ambos VHT e TotalFlex. Segundo a VW, o Voyage chega a velocidades máximas de 168 km/h e 166 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13,3 s e 13,8 s. Abastecido com gasolina, o Voyage 1.0 tem consumo de 18,6 km/l na estrada e 14,1 km/l na cidade. Já o 1.6 fornece tem máxima de 193 km/h e 191 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é de 9,8 s e 10,1s. Com o derivado de petróleo, roda 18,5 km/l na estrada e 13,1 km/l na cidade. Na potência e no desempenho os números do motor álcool são sempre melhores.
Se não fosse a voz do povo (que faz parte do nome da Volkwagen), o Voyage receberia o insosso nome de Gol Sedan. Isso é que é democracia. A montadora alemã há muito tempo queria um sedã mais simples para concorrer com Chevrolet Prisma e Corsa Sedan, Fiat Siena, Ford Fiesta Sedan e Renault Logan no seu segmento, pois os sucessores do modelo antigo, Polo Classic e Polo Sedan, se sofisticaram demais. Resgatar o nome do passado foi uma ótima estratégia de marketing e deve render boas vendas no futuro.

Valeu pessoal, obrigado pela leitura !
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