domingo, 2 de maio de 2010

Volkswagen do Brasil


A Volkswagen comemorou no dia 23 de março de 2008 55 anos de operações no Brasil. Considerada a maior montadora da indústria automobilística nacional, com cinco fábricas e mais de 21 mil funcionários no país, a história da empresa em terras brasileiras começou no dia 23 de março de 1953 num pequeno armazém alugado na rua do Manifesto, no tradicional bairro do Ipiranga, na capital Paulista.
1956 - A Volkswagen inicia a construção de sua fábrica de 10,2 mil metros quadrados no Km 23,5 da Via Anchieta (São Bernardo do Campo).
Detalhe da construção da fábrica da VW do Brasil na Anchieta em São Bernardo do Campo. Condições precárias que não impediram o início da fabricação nem de Kombis nem de Volkswagens de Passageiros.1956 - Anchieta
Primeira linha de montagem da Volkswagen no Brasil
Primeiros Fuscas saindo da fábrica.



Detalhe do movimento na Avenida Anchieta na década de 60

Trajetória - Do armazém da rua do Manifesto, a então Volkswagen do Brasil Ltda. montava com peças importadas da Alemanha e apenas 12 empregados os primeiros Fuscas. Detalhe: na época, o mundialmente conhecido carro da marca ainda era chamado de Volkswagen Sedan. Lá, de 1953 a 1957, foram montados exatos 2.820 veículos – sendo 2.268 unidades do VW Sedan 1.200cc e os primeiros 552 exemplares da Kombi.
A Kombi nº 1, montada em 1957

Aliás, a também mundialmente conhecida Kombi foi o primeiro modelo da marca fabricado inteiramente em território nacional – inicialmente com 50% de suas peças e componentes produzidos no país. Quanto ao Fusca, lançado oficialmente por aqui no dia 3 de janeiro de 1959, foram 3,1 milhões de unidades produzidas até 1986.
O lendário Fusca

Em 18 de novembro de 1959, a Volkswagen inaugurou oficialmente a fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, no Grande ABC paulista. A empresa logo iniciou um profundo trabalho de desenvolvimento de fornecedores no país e, no final de 1961, o índice de nacionalização - tanto do Fusca como da Kombi - já atingia 95%.
O então presidente da República, Juscelino Kubitschek, na inauguração da fábrica Anchieta
São Bernardo fábrica VW Via Anchieta 1960

Em 1962, a Volkswagen incrementou a produção local com o lendário esportivo Karmann-Ghia. Sucesso de vendas até 1975, o modelo saiu do mercado com 41.634 unidades comercializadas. Em 1969, foi a vez da primeira station wagon da marca: a Variant. Logo depois chegava o TL, que ficou no mercado de 1970 a 1975.
Karmann-Ghia

Em julho de 1970, a Volkswagen chegava ao primeiro milhão de veículos produzidos no Brasil. Dois anos depois, em março de 1972, a 1.000.000ª unidade vendida do Fusca. Em 1973, nascia outro enorme sucesso da marca: a Brasília, que vendeu um milhão de unidades até 1981, quando saiu de linha.
Em 1974, chegava outro lendário Volkswagen. Trata-se do Passat, que revolucionava o mercado à época com seu motor de quatro cilindros refrigerado a água e tração dianteira. O carro foi sucesso absoluto no Brasil e no exterior – principalmente no Iraque, para onde foram exportadas 170 mil unidades.
Já em 1975, a montadora completava 3 milhões de carros produzidos no Brasil e introduzia por aqui outro sucesso: o SP-1. Para aliviar a produção da fábrica Anchieta, em 1976, a Volkswagen inaugurou a unidade de Taubaté, no interior paulista - então responsável pelo fornecimento de peças estampadas, injetadas e de tapeçaria.
Fábrica de Taubaté

Em 1980, a montadora iniciava a produção da chamada Família BX - composta pelos modelos hatch Gol, sedan Voyage, station wagon Parati e picape Saveiro. O Gol, outro estrondoso sucesso da marca, foi criado para cumprir uma missão quase impossível: substituir o “lendário” Fusca.
E fez mais do que isso. Hoje em sua quarta geração, o Gol continua batendo todos os recordes da história automotiva nacional. Além de carro mais vendido no país pelo 21º ano consecutivo, já superou as 5 milhões de unidades produzidas.
Os lendários Volkswagen

O ano de 1987 foi marcado por uma forte queda do mercado automotivo. Para reduzir os custos e melhor aproveitar os recursos então disponíveis, a Volkswagen e a Ford uniram-se e criaram a Autolatina Brasil. Em sete anos, a Autolatina colocou no mercado uma série de carros híbridos e que ainda estão na memória de muitos brasileiros. Caso do Apolo, da Quantum e do Santana, ambos da VW, e seus “gêmeos” Verona, Royale e Versailles, da Ford.
Em 1988 foi lançado o Gol GTI, primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível e ignição digital com mapeamento eletrônico.

O que parecia impossível aconteceu. Em 1993, a pedido do então presidente Itamar Franco, a Volkswagen volta a fabricar o Fusca. A idéia era combater o desemprego, estimular a produção de automóveis e oferecer uma alternativa popular de carro.
Após oito meses de preparativos e investimentos de US$ 30 milhões, o Fusca estava de volta trazendo junto 800 novos empregos diretos, 24 mil indiretos e inovações que o faziam melhor do que o modelo retirado de linha sete anos antes.
O "Fusca Itamar", como ficou conhecido, sofreu várias modificações e as campanhas publicitárias de seu relançamento falavam do novo Fusca como um velho conhecido que voltava de férias.
Como fez Juscelino Kubitschek na década de 50 o então Presidente da República Itamar Franco desfilou pela fábrica, no relançamento do fusca em um modelo especialmente feito para a ocasião.
Na ocasião quando o Presidente foi perguntado se compraria um Fusca, ele disse:
"não, pois lhe faltava dinheiro."
Fusca Itamar

Vidros laminados, catalisador, barras estabilizadoras na traseira e na frente, pneus radiais, freio dianteiro a disco, reforço estrutural, cintos de segurança de três pontos são alguns exemplos de melhoras, sem falar nos avanços tecnológicos do processo produtivo.
Em 1994, com a abertura da economia brasileira e aquecimento das vendas internas, a indústria vivia um novo cenário. As duas marcas precisariam competir em todos os segmentos e, portanto, deveriam oferecer um portfólio de produtos individualizados e implantar estratégias comerciais independentes. Chegava o fim da Autolatina.
O interior recebeu novo volante espumado, bancos com apoio de cabeça de série e revestimento protegido contra fogo. Havia até versão a álcool. O câmbio continuava de quatro marchas, com relação de diferencial 3,88:1,

A produção do fusca Itamar foi de 47.700 unidades e, em 1996, os últimos exemplares novamente se vestiram de pompa para mais uma despedida. Surgia uma nova Série Ouro, com revestimentos do esportivo Pointer GTi, novos mostradores de fundo branco, faróis de neblina e outras sofisticações. Em 28 de junho de 1996, mais uma vez a Volkswagen para de fabricar o fusca.
Também 1996, dois anos após a separação, a Volkswagen investiu cerca de R$ 500 milhões na inauguração de duas fábricas no Brasil. Primeiro, a fábrica de motores de São Carlos (SP), que produzia os propulsores dos modelos Golf e Audi A3. Em novembro do mesmo ano, a montadora iniciava em Resende (RJ) as operações da sua atual fábrica de caminhões e ônibus.
Fábrica de São Carlos

No mesmo ano da inauguração das duas fábricas, a Volkswagen iniciava uma fase de renovação de seu portfólio de produtos. Entre as novidades, o lançamento de modelos importados como New Beetle, Bora, Passat e Passat Variant.
New Beetle

Em janeiro de 1999, com investimentos de R$ 1,2 bilhão, a empresa inaugurou a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. Lá, uniu a produção do Golf e do Audi A3 – modelo que deixou de ser produzido no Brasil em 2006.
Fábrica de Resende

Em 2002, outra unidade produtiva: a Nova Anchieta, uma moderna linha de produção dentro da primeira planta da Volkswagen no país. Com investimentos de R$ 2 bilhões, a instalação permitiu o lançamento do Pólo - a mais recente plataforma mundial da marca.
Produção do Polo na fábrica de Anchieta

No ano seguinte, cinqüentenário da Volkswagen no Brasil, mais dois marcos. Um foi o Gol Total Flex, primeiro veículo brasileiro a utilizar tecnologia bicombustível. Também em 2003, o lançamento de um dos atuais sucessos da marca: o Fox, modelo desenvolvido e produzido no país.
Fábrica de São José dos Pinhais

Em 2007, com o aquecimento da demanda por vendas no mercado nacional, a montadora anunciou um pacote milionário de investimentos, novas contratações e ampliação da capacidade produtiva com novos turnos de trabalho em suas fábricas. E a Volkswagen do Brasil quer mais. Para 2008, ano de mais um Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, promete apresentar uma nova família de automóveis brasileiros.

Números - Durante mais de meio século, a Volkswagen do Brasil produziu aproximadamente 17 milhões de veículos - entre carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus. No mercado interno, vendeu quase 15 milhões de veículos. Para fora, exportou 2,3 milhões de unidades a mais de 50 países.
Fábrica de São Bernardo 2008

Atualmente, o segmento de carros e comerciais leves da Volkswagen responde por cerca de 23% do mercado total. São 17 modelos ao todo, entre nacionais (Gol, Fox, CrossFox, Parati, Polo Hacth, Polo Sedan, Saveiro, Golf, Kombi) e importados (SpaceFox, New Beetle, Jetta, Jetta Variant, Bora, Touareg, Passat e Passat Variant. Com mais de 21 mil empregados, é a única fabricante de veículos que possui cinco fábricas em todo Brasil - sendo uma exclusiva para a produção de motores.

Consulta: Canal do Transporte

Especial: A Fantástica Fábrica de Automóveis

Só dá pra dizer que era impressionante. Quando o e-mail do departamento de Marketing de Relacionamento da Volkswagen chegou à caixa de mensagens do e-mail do blog nos convidando para conhecer a linha de fabricação e montagem da fábrica de Taubaté (SP) – onde são produzidos Gol G4, Gol G5, Parati e o mais recente lançamento (ou relançamento, como preferir) da montadora, o Voyage – e ainda poder dirigir este último modelo na pista de testes da unidade, nós do Pit Stop ficamos surpresos com a possibilidade de se “aventurar” em uma das mais modernas fábricas de automóveis do país.



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Sendo assim, com esse convite irrecusável, eu, confirmei minha presença. Como também cada convidado podia levar um acompanhante, junto comigo foi meu irmão, e ele ficou todo impressionado... Tanto quanto eu.

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O ponto de encontro combinado para que o micro-ônibus nos levasse até a fábrica (cerca de 170 km de distância da cidade de São Paulo) foi a Volkswagen Haus, uma concessionária diferenciada onde são realizados eventos e que conta com um showroom composto pelos modelos topo de linha da montadora alemã. E lá estávamos nós, naquela terça-feira de fraca chuva, aguardando pela viagem. Após um café de boas vindas e apresentação da equipe que acompanharia os convidados pelo “passeio”, embarcamos no veículo e cerca de 2 horas depois estávamos passando pelo portão da fábrica de Taubaté, com seus 3,8 milhões de m² de área total.

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Foi explicado no final da visita que éramos o primeiro grupo que a VW convida para conhecer a linha de montagem e testar um modelo específico. A montadora quer aumentar a relação com os clientes e admiradores da marca. Logo, além do Clube do Voyage, estavam presentes também um representante do blog Pitstop e um representante do site Volks Page. Nossa visita teve seu começo agradando ao estômago. Sim, como chegamos na hora do almoço, a primeira coisa que fizemos foi almoçar no refeitório da fábrica, onde passam diariamente mais de 5 mil funcionários.

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Após “reabastecidos” e termos recebido jalecos, óculos de proteção e equipamentos de áudio (para que pudéssemos ouvir a guia) seguimos enfim para conhecer a linha de montagem da Volkswagen. A unidade de Taubaté teve sua produção iniciada em 1978, com o Passat, mas na verdade a fabricação do modelo era só uma preparação dos funcionários para que em 1980 o Gol começasse a ser produzido. O galpão da linha de montagem é impressionantemente grande. As carrocerias dos veículos sendo transportadas por máquinas presas ao teto chamam bastante a atenção.

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É possível perceber a organização e limpeza do local e é fácil se entreter com as mais variadas peças “chegando” por meio de máquinas ou até mesmo com o processo de montagem dos motores. O Gol G5 e Voyage predominavam na linha de montagem, enquanto o Gol G4 aparecia com menos frequência e a Parati menos ainda. Hoje, a unidade produz cerca de 1500 carros por dia. Após o processo de fabricação todos os veículos vão para uma pequena pista de avaliação, para que se confira se não há nenhuma irregularidade e depois para um túnel d’água, para verificarem sua vedação.

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Depois de ver a linha de montagem, no caminho para a linha de fabricação das peças nos foi mostrado um enorme depósito, onde carrocerias já fabricadas ficam armazenadas em fileiras verticais. A guia explicou que a “reserva” de carrocerias é necessária para que a fábrica consiga planejar e controlar sua produção. Segundo um técnico que nos acompanhava, o galpão da linha de fabricação era inteiramente novo e foi projetado para a fabricação da nova versão do Gol e Voyage. Novamente, se nota a limpeza e organização do local do trabalho, predominando mais ainda a presença de máquinas.

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Destaque para um equipamento exclusivo da unidade de Taubaté que, segundo a guia, foi desenvolvido pela Audi e é um dos mais modernos em questão de soldagem da carroceria, fazendo com que o processo seja realizado com perfeição. A ação dos braços mecânicos é impressionante, tanto por sua sincronia quanto pela velocidade com que realizam o trabalho. Com o equipamento é possível soldar 4 veículos ao mesmo tempo. Por um dos corredores do galpão estava a carroceria de um Gol, mostrando os pontos onde o modelo é soldado, e também havia a presença de carrocerias que foram danificadas durante o processo de fabricação, com uma indicação de onde estavam suas falhas.

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A excursão à “Fantástica fábrica de automóveis” (uma alusão ao filme “Fantástica fábrica de chocolate” feita pela responsável pelo convite, Elisabete Marques), acabou assim, deixando um grupo de apaixonados por carros com a sensação de que conhecer como os motivos de sua paixão são produzidos só fez crescer o sentimento.

Visita feita a convite da própria Volkswagen... Agradecimentos especiais à Elizabete Marques !!


Fotos retiradas do Pitstop;

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Doenças em Peixes Ornamentais


(imagens retiradas da internet com intuito de esclarecimento, sem fins lucrativos ou obter vantagens)

Doenças
Como todos os animais de estimação, os peixes também ficam doentes. Podemos evitar essas doenças tomando algumas precauções, com as TPA´S nos períodos corretos, evitando mudanças bruscas de ph e temperatura, além de evitar o estresse dos moradores do aqua, (um elemento fundamental para a prevenção).
Existem diversos tipos de doenças, algumas comuns, outras nem tanto, dentre as mais conhecidas podemos citar o Íctio, a Hidropsia, fungos, dentre outras que iremos abordar neste artigo. Uma observação, gostaria de deixar bem claro que sou contra o uso de qualquer produto químico dentro do aquário, acho que eles só devem ser usados em último caso, por isso vou passar métodos de tratamento mostrando o lado natural de cura e em alguns casos o químico, OK!!!!


ÍCTIO
Para mim o íctio, é a doença mais conhecida e que mais atinge os aquaristas iniciantes. Ela é causada pelas oscilações de temperatura, estresse, baixa imunidade do peixe e consiste em pontos brancos no corpo do animal, além de nadadeiras fechadas. Um sintoma claro é quando o peixe começa a se esfregar no substrato ou pedras. É uma doença que pode ser controlada facilmente, acrescente uma colher de sal grosso para cada 15 Litros e aumente a temperatura para 30º, dentro de 10 dias seu peixe estará curado. Existem remédios específicos para o ícito vendido em lojas especializadas, mas como já falei anteriormente, só recomendo em casos extremos.
ATENÇÃO, o sal grosso é um ótimo remédio para a maioria das doenças, mas pode prejudicar alguns peixes, como Corydoras e Cascudos “Limpa-Vidro”, por isso cuidado!!!!

HIDROPSIA
A Hidropsia ou doença do ventre volumoso, é causada por bactérias(Aeromonas Punctatos) que atacam os órgãos internos e os paralisam. O abdomem do peixe incha, ele para de se alimentar, as escamas ficam eriçadas, aparecem algumas manchas pelo corpo e o animal nada em círculos. È uma doença de difícil cura, pois não existe um medicamento específico, recomendo fazer trocas parciais e colocar o peixe em um aquário hospital,(aquário de 15 litros onde você coloca peixes para tratamento), além de aplicar sal(1 colher de sopa para cada 15 litros).

FUNGOS
Com certeza são os maiores causadores de doença em peixes ornamentais, aparecem na forma de manchas ou em tufos semelhantes a algodão. Surgem por estresse, feridas, elementos infectados colocados no aquário e por peixes já debilitados. A cura pode ser feita através de TPA´S e fungicidas encontrado no mercado, o sal ajuda também.

ÁGUA MUITO ÁCIDA
Nadadeiras fechadas, depósitos de cor cinza nas brânquias, aumento da frequência respiratória, escamas eriçadas, natação irregular, tremores, estas são as característica de um peixe que está sendo afetado pela acidez da água. Normalmente acontece quando não respeitamos as exigências de cada animal, como exemplo colocando um peixe alcalino em uma água ácida. A solução é aumentar o ph com tamponadores ou conhas moídas, pedras calcáreas, de maneira lenta claro, pois alterações bruscas matam.

ÁGUA MUITO ALCALINA
Perda de brilho nas escamas, respiração ofegante junta a superfície, perda de escamas, esses são sintomas de um peixe em exposição a excesso de alcalinidade. Verifique o pH, e baixe-o com tamponadores, troncos, xaxim, também de forma lenta.ATENÇÃO, toda a alteração de ph deve ser feita de 4 em 4 horas, nunca em intervalos menores.

TUBERCULOSE
A tuberculose se encaixa na parte de doenças graves, ela devasta um aquário se não identificada no começo.É conhecida como “Barriga-Seca”, pois o peixe fica magro, com o abdômen retraído, não se alimenta direito, as nadadeiras ficam destruídas, a coluna se deforma, o peixe nada desequilibrado. Não possui cura, o melhor a fazer é sacrificar o animal o quanto antes e fazer uma TPA no aqua, junto com sal, pois é uma doença que se espalha rápido e facilmente.

COSTIA
A Costia tem como sintomas a falta de apetite, manchas esbranquiçadas, produção excessiva de muco e ramificações avermelhadas nas nadadeiras, é causada pelos protozoários Ichthyobodo sp. (Costia sp.), Chilodonella sp., Cylochaeta sp. e Brooklynella sp. Ela atinge as guelras causando a morte do peixe e surge na maioria das vezes por queda de temperatura na água. Deve-se fazer a TPA, usar sal ou parasiticida de ação rápida.

OLHOS INCHADOS (pop-eye)
Os olhos ficam saltados, bem inchados, podem ser causado por bactérias (tuberculose e hidropsia), por fungo (Ichthyosporidium) ou por vermes, podem ainda apresentar a barriga inchada e as nadadeiras roídas. O tratamento consiste em aplicar um parasiticida de ação rápida associado com um antibiótico.

BURACO NA CABEÇA (HOLE IN HEAD)
É também conhecida como doença dos Ciclídeos, ataca principalmente os Acarás. Ela ataca os órgãos internos do animal, causando danos irreversíveis, ainda aparecem pequenos buracos na cabeça e corpo do animal, não possui um grau elevado de contaminação, é causado pelo protozoário Hexamita sp. O tratamento pode ser feito com medicamentos a base de Dimetridazole e Metronidazole, além de rações medicadas.

OODINIOSE (Oodinium pillularis)
O Oodium cria uma camada brilhante nas escamas e nadadeiras, como se fosse um veludo, variando do amarelado ao dourado, o peixe perde o apetite e fica com a respiração acelerada. Pode devastar o aquário em algumas horas, por isso, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, deve-se elevar a temperatura do aquário por alguns dias e usar uma combinação de fungicidas e parasiticidas.


FUNGO NA BOCA (COTTON MOUTH)
É causada pela ação da bactéria Flexibacter columaris. Possuí como característica a presença de pequenos filamentos ou tufos de algodão formando uma grossa camada ao redor da boca. É comum a ocorrência simultânea de fungos. O tratamento pode ser feito com TPA´S, sal grosso e fungicidas.
Bom, essas são as doenças mais conhecidas dos peixes ornamentais, como já disse antes, você pode evitá-las mantendo o aquário da forma correta, evitar grandes alterações de temperatura e ph, fazendo as TPA´S no tempo certo, evitar estressar os animais e comprando peixes saudáveis, qualquer dúvida, escreva nos comentários. Até mais!!!!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

As Fases da TPM


Fase 1 - Meiguinha
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo.

A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo
Fase 2 - Sensível


Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di.

Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:

- Você acha que eu estou gorda?Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

Fase 3 - Fase Explosiva
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas... Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: 'Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca: 'Ta' sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo.'

Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...

- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi? - A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:

- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe??? Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente! Já sei, eu quem vou sair daqui, vou pegar meu carro e enfiar ele no meio de um poste !! 
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
Fase 4 - A Cólica
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado 'O que aconteceu?', você se pergunta. Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz. Pelo menos até daqui a 20 dias...

EU ODEIO A TPM !!!!!!!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Tutorial: Como fazer um tutorial





O grande problema de uma documentação criada por uma comunidade é que nem sempre essa documentação é detalhada ou explicada o suficiente para que usuários de vários níveis possam entender. Não fiz muitos tutoriais na vida, mas já li milhares deles para conseguir realizar tarefas, e já vi coisas absurdas, que simplesmente mandam-nos seguir uma série de instruções sem dizer para que elas servem, o que vão fazer em nossas máquinas. Ora bolas!, se a pessoa foi parar neste tutorial, é porque ela já procurou na p*%%@ da web, e espera encontrar a informação lá.

Na maioria das vezes, o autor do tutorial o fez de boa intenção, querendo contribuir com a comunidade da qual participa e é fiel entusiasta, mas não soube transmitir a mensagem de forma clara. Esse autor bem que poderia dar uma lidinha neste tutorial que segue abaixo. Nada definitivo, talvez incompleto, mas uma dica para quem quer dar dicas para os outros.

1. O título deve ser claro

O usuário precisa ver o título de seu artigo e pensar: "É disso que eu preciso!" Seu título não precisa dar explicações detalhadas, deixe isso para mais tarde. Apenas escreva, por exemplo, "Configurar [nome do dispositivo] no [nome do sistema operacional]", ou então "Como fazer [tarefa a ser realizada]". Simples e objetivo.

2. Escreva um texto introdutório

Nem sempre o título é suficiente, ou pode o ser apenas para usuários mais experimentados. De três a cinco linhas, ou mais, depende do assunto, com algumas palavrinhas explicativas a respeito, para que o usuário saiba se é disso mesmo que ele precisa. Às vezes acontece de terminar o procedimento e descobrir que não era bem aquilo, ou mesmo outros problemas surgirem por falta dessa uma informação.

3. Divida a ação em tópicos

Por mais que um filme pareça uma coisa só, o roteiro é dividido em cenas. Assim também deve ser um tutorial. Dependendo do grau de complexidade, acrescente subtópicos, e evite colocar muitas ações no mesmo tópico. Você pode achar que vai "mastigar" demais a informação para o usuário, mas o importante é que ele entenda e realize o proposto de maneira satisfatória, e quanto mais claro, melhor. Dividir em tópicos também garante que o usuário não se perca frente àquela série de instruções que ele deve seguir.

4. Ilustre

A maioria das pessoas não lê, e concentram seus esforços apenas em "ver as figuras". Isso não é à toa; seres humanos são visuais, e aprendem melhor com imagens. Às vezes elas são desnecessárias, como quando se vai fazer alguma coisa pelo modo texto - mesmo assim, dê um jeito de destacar essa informação de alguma maneira. Se for um tutorial sobre criar determinado efeito do Photoshop, por exemplo, é bom usar um screenshot em cada tópico. Outra saída seria fazer uso de programas de screencast, que captam imagens da tela do computador e transformam em vídeo, geralmente pronto para ser divulgado na web. Mas use esse recurso com moderação: não é todo mundo que gosta, ou tem banda suficiente para isso. Para fazer screencasts no Windows e no Linux, há o Wink, e para Mac OS X existe o iShowU.

5. Ajude pedindo ajuda
Quando terminar a parte do passo-a-passo, o tutorial em si, feche seu texto com pedidos para que os usuários mandem dúvidas caso hajam problemas e sugestões para futuros artigos. Assim, se houver uma nova forma de abordar o problema que você se propôs a ajudar a resolver, você pode complementar o tutorial e enriquecer a documentação existente.

Seja para arrumar alguma configuração de sistema, instalar e realizar tarefas específicas em softwares, tutoriais são uma maneira rápida de se livrar de algum problema simplesmente seguindo um passo-a-passo sem precisar, necessariamente, aprender a fazer alguma coisa. Além disso, tutoriais possuem um efeito multiplicador: por serem sempre úteis, sempre vai ter gente precisando deles, e demoram muito mais para ficarem desatualizados que um artigo comum.

Valeu ?!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Trovão Torcicolo - Matéria na Revista 100% Veneno

DUPLO QUADRADO APIMENTADO


Miguel Aryson Sousa Pereira tem 20 anos. Will Freitas tem 27 anos. Até então nada demais, pode pensar o leitor... Um é estudante de engenharia e trabalha na Ceasa como vendedor, o outro é metalúrgico e técnico de informática. Realidades distintas, paixão igual: Voyage! Conheça mais dessa dupla que invadiu as páginas da nossa 100% Veneno.

 
Miguel comprou seu Voyage 4 portas 1992 em uma agência e no mesmo dia já fazia planos para a preparação do carro. Will não, comprou totalmente original, de uma senhorinha que havia deixado o carro parado por muitos anos, mas também tinha na cabeça todas as ideias de modificação para seu Voyage. Eles não se conhecem, não se conheciam...

Os dois apaixonados pelo modelo quadrado não negam que possuem os carros como xodó e adoram receber elogios dos amigos e parentes. Vamos parar de conversa e conhecer a preparação que o Azuzinho (Voyage do Miguel) e o Trovão Torcicolo (Voyage do Will) trouxeram em primeira mão para nós!

NEW VOYAGE? PREFIRO O MEU QUADRADO
A dupla dinâmica da vez é formada pelos Voyages de Miguel e Will Freitas. Desconhecidos entre si e unidos pela paixão pelo poderoso quadrado alemão.

MARCADO A FERRO E FOGO
Ou melhor, com tinta, agulhas e alguma dor. Esta foi a maneira que Will Freitas encontrou para eternizar seu sonho realizado, tatuar o Voyage 1992 no braço, fato que causa estranheza para alguns, mas que para ele significa “unidos para sempre”.
Após 3 Fuscas e 1 Gol Copa 82, finalmente ele adquiriu seu bem-sonhado de 4 portas no modelo “hermano”. Talvez por isso ele esteja tão envolvido com a organização de clubes, como o Clube do Voyage e Clube Somos Quadrados VW, tanto respeito com apenas 27 anos, só mesmo sendo muito apaixonado.

Tingido de “Cinza-Nimbo Perolizado”, ou simplesmente cinza-chumbo, foi nas dependências da Ziller Motorsport que ele ganhou o “setup” que apresenta aqui na 100% Veneno. Seu motor de 1825 cc foi medido e aferido em dinamômetro pela Dyno’s Race, mostrando nada menos que uma potência máxima de 358,6 cv a 6000 RPM com torque máximo de 45,5 kgf.m a 5400 RPM. De posse dos números vamos ao trabalho realizado. (...)





TROVÃO TORCICOLO
Para segurar a força do motor, empurrada pela turbina Garret de parte quente 50 e fria 70 bi-pulsativa, foram adotadas barras de torção superior e inferior. Junto com o caracol foram colocadas, a válvula de alívio Beep Turbo e a de prioridade T/A. Neste conjunto, foi “fixada” uma pressão do turbo em apenas 0,7 BAR.

Expelindo os gases da queima de álcool, coletor de escape em ferro fundido bi-pulsativo, com escapamento da Binho Escapamentos moldado em aço carbono. (...)


Mais sobre a dupla de Voyages na revista 100%Veneno edição #24

Link para a matéria CLIQUE AQUI. 

Volkswagen lança Voyage Sport e Novo Gol em versão esportiva GT no México

Novo Gol GT
A Volkswagen acaba de lançar o Novo Gol e o Voyage, com o nome de Gol Sedan, no México. Por lá, o hatch que antes era chamado de Pointer, assume o mesmo nome do modelo brasileiro e traz de volta a versão esportiva GT. Por lá, o preço inicial do hatch começa em 103.500 pesos (R$ 18.700).



Novo Gol GT

O Novo Gol mexicano será comercializado apenas com o motor 1.6 a gasolina de 101 cavalos de potência. As versões de acabamento por lá são a básica Trendline, a intermediário Trendline Pack (que inclui ar-condicionado, direção hidráulica e som) e a Comfortline, a qual adiciona rodas de alumínio, revestimentos de melhor qualidade.


Novo Voyage Sport

Os mexicanos também contarão com duas versões esportivas: o Gol GT e o Gol Sedan Sport. As duas versões chamadas são equipadas com os mesmos motores 1.6, sem nenhum alteração. A diferença fica por conta dos bancos esportivos, computador de bordo I-System, faróis com máscara negra além de ponteira de escapamento cromada.



Novo Voyage Sport


Por lá, a carga tributária é muito diferente daqui. O Novo Gol GT é comercializado por apenas 128.685 pesos, ou seja, o equivalente a R$ 23.300. Já o Gol Sedan Sport (ou Voyage) é oferecido por apenas 141.685 pesos, o que corresponde a R$ 25.705.

Será que podemos acreditar nesta notícia ??

Novo Gol GTI 2010 terá motor 1.4 Turbo de 160cv – Hatch também terá versão duas portas

Volkswagen Gol GTI


Segundo o site Zap, empresa do jornal Estadão, o retorno da versão esportiva de verdade do Novo Gol está prestes a ser lançada. O Novo Gol GTI virá equipado com motor 1.4 turbo de 160 cavalos de potência, freios à disco nas quatro rodas, bancos esportivos da Recaro entre outros itens. Também está na fila o lançamento do Novo Gol com duas portas.

Rodas esportivas de 16 polegas e teto solar elétrico são outros itens que completam o visual esportivo do Novo Gol GTI. Caso a potência realmente seja de 160 cavalos, a versão esportiva do Gol deverá ter preço em torno dos R$ 60 mil para competir com o Fiat Punto T-Jet, o qual é equipado com o motor 1.4 16V turbo de 152 cv.



Volkswagen Gol GTI

Além do Novo Gol GTI e da versão duas portas do hatch, a Volkswagen também prepara o lançamento da Nova Saveiro I-Motion com o câmbio automotizado ASG, a exemplo dos modelos Polo, Gol e Voyage. A expectativa da marca com o câmbio ASG é grande, pois acredita que cerca de 40% das vendas destes modelos sejam com esta opção de transmissão.

Obs.: As imagens são de um Gol personalizado pela marca.

Fonte: Zap

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

LANÇAMENTO DO NOVO VOLKSWAGEN VOYAGE

Bom pessoal, vou postar aqui uma matéria que eu deveria ter publicado a um ano atrás pelo menos... Mas fica arquivado a partir de agora a volta do novo Voyage:


Atendendo a pedidos, a Volkswagen ressuscitou o Voyage. Claro que não é o mesmo sedã que existiu entre 1981 e 1995, derivado da carroceria do Gol e que foi até exportado para os Estados Unidos (onde era chamado de Fox).

É a versão do Novo Gol com o baú do porta-malas separado da carroceria. O chamado terceiro volume. Apesar de ser o mesmo Gol dos faróis até a porta traseira, a Volkswagen garante que projetou o sedã separadamente. As provas são a caída mais suave do teto e a suspensão traseira mais reforçada. Mas o espaço interno para as pernas atrás é o mesmo por causa da distância entre-eixos de 2,46m, igual a do hatch, que tem comprimento de 3,93m, enquanto o Voyage mede 4,23m. O porta-malas tem capacidade para 480 litros e abertura elétrica pelo painel (pela chave é opcional). Mas seu tamanho poderia ser maior e a dobradiça tradicional ainda rouba espaço da carga

As lanternas são levemente diferentes do hatch, com estilo ainda mais discreto. A Volks deixou de lado a ousadia das lanternas com prolongamentos e refletores circulares como a Space Fox, o Polo Sedan, o Bora, o Passat e o Jetta Sedan. A discrição começou exatamente com a perua deste último. A tampa do Voyage ainda tem um sutil aerofólio.


Além do espaço interno, o painel também é o mesmo. Entretanto mudam as cores e os revestimentos dos bancos e das portas, mais avermelhados, pois a proposta do sedã é ser mais requintado. Outra diferença do Voyage para o Gol está nas versões de equipamento. Além da básica e da Trend, o Voyage ganhou o nível Comfortline só para ele.



O básico, mesmo 1.0, já tem refletor duplo dos faróis de série (simples no Gol). Custando a partir de R$ 30.990, ele e o 1.6 standard (de R$ 35.180) vêm com banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, pára-sóis com espelho, vidros verdes, desembaçador do vidro traseiro, apoios de cabeça traseiros, porta-malas com abertura elétrica, iluminação e revestimento integral. O aro das rodas é de 14 polegadas. O Trend (R$ 37.600), que só tem motor 1.6, inclui direção hidráulica, conta-giros e chave tipo canivete. O revestimento das portas é em tecido, substituindo o plástico das versões básicas. O Comfortline (R$ 39.430), também exclusivo do 1.6 vem com vidros e travas elétricos, antena de teto, amplificador de sinal e seis alto-falantes, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, faróis de neblina, rodas aro 15, brake light, rede porta-objetos no porta-malas, aerofólio traseiro e detalhes exclusivos de acabamento. Este é o mais atraente em custo-benefício. Porém, falta o ar condicionado que deveria ser de série, mas é opcional até para o topo de linha.

Para quebrar o galho dou o preço do Voyage com os obrigatórios equipamentos de conforto e conveniência (ar, direção, vidros e travas elétricos): o 1.0 sai por R$ 36.435 e o 1.6 custa R$ 42.905.



Outros opcionais são os airbags para motorista e passageiro, freios ABS, CD Player com MP3, Bluetooth e entradas auxiliares e o I-System, o vistoso computador de bordo equivalente ao My Car da Fiat. Navegador GPS, sensor de estacionamento, bancos em couro, roda de 15" de desenho próprio, outros equipamentos de áudio e alarme são acessórios vendidos nas concessionárias.

Os motores também são os mesmos do campeão nacional de vendas. O 1.0 de 72 e 76 cavalos e o 1.6 de 101 e 104 cavalos. Ambos VHT e TotalFlex. Segundo a VW, o Voyage chega a velocidades máximas de 168 km/h e 166 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13,3 s e 13,8 s. Abastecido com gasolina, o Voyage 1.0 tem consumo de 18,6 km/l na estrada e 14,1 km/l na cidade. Já o 1.6 fornece tem máxima de 193 km/h e 191 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é de 9,8 s e 10,1s. Com o derivado de petróleo, roda 18,5 km/l na estrada e 13,1 km/l na cidade. Na potência e no desempenho os números do motor álcool são sempre melhores.

Se não fosse a voz do povo (que faz parte do nome da Volkwagen), o Voyage receberia o insosso nome de Gol Sedan. Isso é que é democracia. A montadora alemã há muito tempo queria um sedã mais simples para concorrer com Chevrolet Prisma e Corsa Sedan, Fiat Siena, Ford Fiesta Sedan e Renault Logan no seu segmento, pois os sucessores do modelo antigo, Polo Classic e Polo Sedan, se sofisticaram demais. Resgatar o nome do passado foi uma ótima estratégia de marketing e deve render boas vendas no futuro.


domingo, 20 de dezembro de 2009

COMUNICADO IMPORTANTE PARA 2010 !!!

A TODOS MEUS AMIGOS, FAMILIARES e CONHECIDOS....




Para todos aqueles que em 2010 continuarão me passando as mesmas correntes de 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009 dizendo que, se eu repassar, vou ficar rico ou milionário, que milagres e anjos irão aparecer, além de outras coisas mais...

"AVISO QUE NÃO FUNCIONOU !!!"

De agora em diante, se querem ajudar, por favor, mandem dinheiro, presentes ou vales gasolina, gás, refeição, etc.
 

Obrigado.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

..:: LANTERNA VERDE ::..

Ryan Reynolds fala sobre a história de Lanterna Verde
Segundo ator, ação vai acontecer desde o início


Ryan Reynolds, que vai interpretar o Lanterna Verde no cinema, falou um pouco mais sobre o filme. A principal declaração do ator é o longa é uma história de origem do personagem, mas não só isso. “Contamos a origem, mas não uma tão elaborada onde tudo começa de verdade apenas no terceiro ato. O filme começa no início. Descobrimos que Hal (Jordan) é o cara certo e a aventura começa”.

O que Reynolds quis dizer é que não vamos ficar vendo o roteiro mostrar o surgimento do Lanterna desde o início da exibição só para vê-lo agir de verdade na parte final da história. Assim, vamos ter ação desde o início, o que é ótimo.

Lanterna Verde é um dos principais super-heróis da DC Comics e seu poder vem de um anel energético que permite a ele criar com a força do pensamento qualquer ferramenta que necessite para vencer as ameaças. O principal portador do anel, que tem sua energia recarregada no planeta OA, é Hal Jordan.

Lanterna Verde tem direção de Martin Campbell. As filmagens começam no ano que vem, provavelmente em Nova Orleans.

O lançamento é para 2011.

Divulgado o primeiro pôster do Homem de Ferro 2 - Máquina de combate !!

Veja o primeiro pôster de Homem de Ferro 2
Máquina de Combate aparece pela primeira vez 

Já era hora. O primeiro pôster de Homem de Ferro 2 caiu na rede e já chega impressionando os fãs do super-herói da Marvel. Na imagem, além do protagonista, está também o Máquina de Combate. O personagem também vem dos quadrinhos e, no filme, quem assume a armadura é o Coronel James ‘Rhodey’ Rodhes, melhor amigo de Tony Stark. Quem faz este papel é Don Cheadle em substituição a Terrence Howard, que não entrou em acordo financeiro para esta continuação.

Os detalhes da história de Homem de Ferro 2 estão sendo mantidos em sigilo. O próprio diretor Jon Favreau já falou que não quer entregar tudo e que pretende deixar surpresas para quando os fãs assistirem ao longa nas telas. O que se sabe até agora é que o herói irá enfrentar o vilão Chicote Negro (interpretado por Mickey Rourke), mas deve aparecer mais algum inimigo pelo meio do caminho. Quem também sai direto dos quadrinhos para as telas é a espiã Viúva Negra, interpretada por Scarlett Johansson.

O elenco tem ainda Gwyneth Paltrow como Pepper Potts, o diretor Jon Favreau como Hogan, Sam Rockwell como Justin Hammer, Paul Bettany como Jarvis entre outros.

Homem de Ferro 2 tem previsão de estreia no Brasil para o dia 30 de abril de 2010.

Valeu pessoal, também estou ansioso por este filme que promete novo record de bilheteria.